Virgílio Sitole Expõe “Pontes Movediças em Palma(s)” no Auditório do BCI

Está patente, no auditório do BCI, em Maputo, a exposição de pintura intitulada “Pontes Movediças em Palma(s)”, do artista plástico, fotógrafo, escritor e bailarino moçambicano Virgílio Sitole. A mostra é composta por 22 telas, em técnicas mistas e acrílico, e 15 quadros fotográficos.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 94 | Categoria: Economia


Para a directora de Marketing do banco, Ana Zara Fateally, “é um grande privilégio para o BCI fazer parte desta história, a de uma geração de artistas que revelaram o seu talento aqui neste auditório. Esperamos sempre ser um banco de apoio. Temos procurado promover e dar todo o carinho, sobretudo aos mais jovens artistas e àqueles que começaram, como Virgílio Sitole”, acrescentou. Fateally salientou ainda que o BCI, no âmbito da sua política de responsabilidade social, mantém o seu compromisso de promover as artes e a literatura, e continuará disponível para apoiar os artistas e a cultura moçambicana. Outras Notícias Para Ler INGD: “Calamidades Naturais em Moçambique Ameaçam Mais de um Milhão de Pessoas” INGD Reconhece Apoio Internacional na Gestão de Desastres 9 de Agosto, 2024 EXPLICADOR: Como Atrair Investidores em Capital de Risco? EXPLICADOR: Como Atrair Investidores em Capital de Risco? 9 de Agosto, 2024 Moçambique Negoceia Junto do Banco Mundial Financiamento de 600M$ Para Reabilitação da N1 África: Saiba Quais São os Dez Países Com as Redes Rodoviárias Mais Longas 9 de Agosto, 2024 Jurista Sul-Africano: “Processo de Maputo Contra Manuel Chang é Inconcebível” Nova Iorque: Manuel Chang Condenado Nos EUA 9 de Agosto, 2024 Virgílio Sitole explicou que a inspiração para a exposição veio da zona norte de Moçambique, onde passou seis anos a retratar a instabilidade. Juntou-lhe depois fotografias que tirou no distrito de Gurué, província da Zambézia. “Fiz esta ponte com a situação que se está a viver em Cabo Delgado. É por isso que o título da apresentação chama atenção para Palma, mas também para as palmas das mãos. Usei-as para fazer a relação entre a dança, a pintura e a fotografia”, disse. O artista sublinhou uma mensagem de serenidade, transmitida pelos rostos das crianças nas telas: “apesar de viverem nestas condições, há alegria dentro delas. São portadoras de esperança”. Segundo o comunicado do banco, o autor, que foi por muito tempo bailarino da Companhia Nacional de Canto e Dança, recorda a mudança que se operou na sua vida: “fugi um pouco da dança do dia-a-dia, e passei para a parte burocrática, mas estou a pintar. Encontrei uma espécie de fuga, dá-me vontade de criar, de fazer alguma coisa”. “Pontes Movediças em Palma(s)” é a sua primeira mostra individual, que estará aberta ao público até ao dia 16 de Agosto.
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