Empresários Querem Que BdM Reconsidere Comparticipação de 50% na Factura de Importação Dos Combustíveis
Para fazer face ao problema de pagamentos ao exterior que as empresas moçambicanas estão a enfrentar desde o quarto trimestre de 2023, a Confederação das Associações Económicas (CTA) propôs ao Banco de Moçambique (BdM) a reavaliação da situação, e que considere a possibilidade de comparticipar em, pelo menos, 50% na factura de combustíveis e outros produtos críticos para a economia, como as matérias-primas de produtos alimentares
Escrita Por: Administração |
Publicado: 1 year ago |
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Categoria: Economia, Finanças e Negócio.
Segundo um comunicado da agremiação, tornado público esta quarta-feira, 27 de Março, as transacções externas tornaram-se mais difíceis no quarto trimestre de 2023, sendo que o cenário se mantém no primeiro trimestre de 2024.
O documento da CTA explica que a situação foi causada, em grande parte, pela decisão do BdM de retirar a comparticipação na factura de importação de combustíveis, bem como pelo aumento da taxa de reservas obrigatórias de 11% para 39,5%.
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“Estas medidas, combinadas, reduziram os fluxos de liquidez de divisas para o mercado. Como resultado, a diferença entre o que os bancos comerciais venderam às empresas e o que compraram delas é de 40% no quarto trimestre, em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano”, explica a CTA.
Importa referir que o Banco de Moçambique anunciou, sem muitos detalhes, em Maio de 2023, que deixaria de comparticipar o pagamento de facturas de importação de combustíveis para o País.