De acordo com um comunicado do banco, Joana Bento Taibo, da agência de Mecanhelas, foi a vencedora e recebeu as chaves de um Mahindra KUV, um veículo zero quilómetros, das mãos do administrador do BCI, George Mandawa. Na sua intervenção, o responsável destacou a importância da campanha, afirmando: “Hoje é um dia muito especial para o BCI, mas também para todos aqui na província de Niassa”. George Mandawa salientou que a iniciativa, lançada no início do ano, tem sido inclusiva: “O primeiro prémio foi entregue em Quelimane, na zona Centro, o segundo em Maputo, no Sul, e agora estamos no Norte, aqui em Niassa, onde temos o prazer de entregar a viatura à Joana, a primeira e única mulher entre os vencedores do grande prémio”. Outras Notícias Para Ler Maputo é Pela Primeira Vez, Palco do Festival “Cinema Sobre Ciência” Actividade Audiovisual e Cinematográfica Vai Receber Financiamento de 6,5 Milhões de Meticais 16 DE OUTUBRO, 2024 Access Bank Lança Glossário Financeiro Nas Línguas Locais de Moçambique Access Bank Lança Glossário Financeiro Nas Línguas Locais de Moçambique 16 DE OUTUBRO, 2024 Fome Severa Afecta Milhares de Famílias em Inhambane SETSAN: “Desnutrição Crónica Recuou 10% em Moçambique Numa Década” 16 DE OUTUBRO, 2024 Zâmbia: Sector Mineiro Apela ao Governo Para Que Suspenda Reformas Zimbabué: Apagões Retiram 500 Milhões de Dólares à Indústria Mineira 16 DE OUTUBRO, 2024 Emocionada com a sua conquista, em poucas palavras a vencedora expressou a sua gratidão: “Deus faz milagres, já tenho um carro”. Ao longo da campanha, o BCI distribuiu mais de 3 milhões de meticais em prémios, com seis vencedores nos sorteios de Abril e Junho a receberem dinheiro. No terceiro e último sorteio, foram premiados mais três vencedores: para além do terceiro prémio atribuído à Joana, os primeiro e segundo classificados receberam um Renault Duster e um Mahindra KUV. Na cerimónia realizada em Lichinga, o BCI reafirmou “o seu compromisso em promover iniciativas que beneficiem os seus clientes e a comunidade, consolidando a sua posição como agente de transformação social em Moçambique”, lê-se no comunicado.

As Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) passam a ter acesso ao crédito através do Fundo de Garantia Mutuária, criado esta semana pelo Governo, com uma quantia de 4,4 mil milhões de meticais (68,2 milhões de dólares).


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 3022 | Categoria: Economia


O decreto do Conselho de Ministros que cria o fundo, com data de 10 de Junho e divulgado nesta quarta-feira (12) pela Lusa, avança que a medida surge para “promover as facilidades de acesso ao financiamento às MPME, através da concessão de garantias e contragarantias ao crédito contraído por este segmento de empresas na banca nacional, para permitir taxas de juro mais acessíveis”. a d v e r t i s e m e n t O documento acrescenta que foram criadas parcerias com outras instituições para assegurar a sustentabilidade do fundo, prestar apoio alargado à oferta e disseminar os instrumentos legais que possam contribuir para a melhoria do acesso ao financiamento às MPME. Outras Notícias Para Ler Maputo é Pela Primeira Vez, Palco do Festival “Cinema Sobre Ciência” Actividade Audiovisual e Cinematográfica Vai Receber Financiamento de 6,5 Milhões de Meticais 16 DE OUTUBRO, 2024 Access Bank Lança Glossário Financeiro Nas Línguas Locais de Moçambique Access Bank Lança Glossário Financeiro Nas Línguas Locais de Moçambique 16 DE OUTUBRO, 2024 Fome Severa Afecta Milhares de Famílias em Inhambane SETSAN: “Desnutrição Crónica Recuou 10% em Moçambique Numa Década” 16 DE OUTUBRO, 2024 Zâmbia: Sector Mineiro Apela ao Governo Para Que Suspenda Reformas Zimbabué: Apagões Retiram 500 Milhões de Dólares à Indústria Mineira 16 DE OUTUBRO, 2024 “O Fundo de Garantia Mutuária será supervisionado pelo Banco de Moçambique”, sublinha o diploma. Em Fevereiro, o Governo clarificou que foi realizado um estudo de viabilidade sobre a criação do Fundo de Garantia Mutuária, apresentado aos principais bancos do País, tendo sido realizado ainda um exercício dos mercados de referência do Brasil, Cabo Verde e Portugal, visando aprimorar aspectos operacionais do fundo e a viabilidade a partir de casos concretos. Na altura, o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, afirmou que o fundo surge para permitir que a banca nacional disponibilize recursos financeiros para fortalecer a capacidade de investimento a taxas de juros “mais acessíveis para Micro, Pequenas e Médias Empresas que actuam nos sectores da agricultura, piscicultura, comercialização e processamento agrícola, turismo e habitação”. a d v e r t i s e m e n t “O acesso ao crédito resulta no crescimento do sector privado. Este crescimento beneficia a economia, beneficia o País e, automaticamente, beneficia os bancos”, destacou Max Tonela.
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