BCI Quer Reforço da Banda Larga e Telemóveis Acessíveis
Afalta de banda larga em muitos pontos do País dificulta a digitalização, alerta o BCI, apontando o acesso à Internet como essencial para a inclusão financeira
Escrita Por: Administração |
Publicado: 1 year ago |
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Categoria: Economia, Finanças e Negócio.
As práticas de ESG são parte das operações diárias? Que projectos existem para reforçar a sua aplicação?
A questão do ESG não é nova. O que é novo é o nível de compromisso que nos é exigido. Isto é, a forma como o “G” (de ‘governance’, governação/administração) tem de entrar dentro deste acrónimo (ESG) e responsabilizar-se com um conjunto de metas e de compromissos para garantir o desenvolvimento económico dentro de um ‘environment’ positivo e com responsabilidade social. Do ponto de vista interno, a nossa preocupação tem que ver com a racionalização de consumos e o tipo de energia usada, como o recurso a energias renováveis para a iluminação das agências. Estamos a fazer testes-piloto com energia solar nalgumas agências e já influenciámos fornecedores por via de uma lógica de aquisições muito associada a critérios de ESG definidos para esse fim. Já na parte externa, temos dois bancos accionistas europeus que estão a ser influenciados pela legislação do Banco Central Europeu (BCE), com níveis de exigência muito significativos. A Caixa Geral de Depósitos (CGD), principal accionista do BCI, assinou o compromisso de neutralidade carbónica em 2050, com uma meta intermédia em 2030 para um conjunto de medidas de racionalização e de redução de emissões. A esse nível, nós temos exigências em termos das emissões financiadas, que não significam redução do financiamento à economia, e sim trabalhar em conjunto com os clientes, no sentido de eles também terem preocupações de ESG, para podermos manter ou até aumentar o nosso financiamento.