O sector de florestas em Manica apreendeu cerca de 328 metros cúbicos de madeira nos primeiros seis meses de 2021. O produto é fruto de contrabando que ocorreu em diversos pontos da província.
Escrita Por: Administração | Publicado: 4 years ago | Vizualizações: 7 | Categoria: Sociedade
Apesar de o Governo ter cancelado a atribuição de licenças de exploração de madeira a novos operadores, este recurso é visto, diariamente, a ser movimentado em camiões de grande tonelagem. Afinal, a maior parte de madeira que circula é contrabandeada pelos operadores furtivos.
Dados revelados pelo delegado da Agência de Controlo de Qualidade Ambiental em Manica, Fidel Nobre, mostram que o problema pode estar longe do fim.
“De Janeiro até cá, apreendemos cerca de 328 metros cúbicos de madeira de espécies diversas, distribuídos pelos distritos da província, nomeadamente, Machaze, Macossa, Barue, Guro e cidade de Chimoio”, detalhou o delegado.
Os fiscais, que actuam nas operações de apreensão de madeira cortada ilegalmente, falam de ameaças que têm sido alvos por parte dos furtivos, mas dizem que a sua missão é evitar que as florestas sejam devastadas.
“Alguns infractores vêm de maneiras agressivas e, no campo, enfrentamos perigo de animais selvagens e algumas ratoeiras. Mas, temos um desafio a nível da província de Manica, o de combater a exploração ilegal”, disse Wison Taela, fiscal naquela província.
O sector de florestas em Manica arrecadou, para os cofres de Estado, cerca de 14 milhões de meticais, valor resultante de aplicação e cobrança de multas aos madeireiros furtivos.
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