Governo e Sector Privado Avaliam Positivamente a Digitalização Dos Processos no Comércio Internacional
Oministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, fez saber na sexta-feira, 26 de Julho, que a digitalização dos serviços em diversos sectores de actividade tem auxiliado positivamente a facilitação dos processos de comércio internacional.
Escrita Por: Administração |
Publicado: 1 year ago |
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Categoria: Economia
Intervindo após a primeira sessão ordinária do Comité Nacional de Facilitação de Comércio, um órgão criado pelo Conselho de Ministros que junta o Governo e sector privado, o governante explicou que o País está a trabalhar na implementação de medidas que estejam em consonância com a tendência mundial, apostando sobretudo na alteração da emissão do certificado de origem.
a d v e r t i s e m e n t
Moreno destacou que, no encontro, as partes debateram a questão do congestionamento nas fronteiras de Ressano Garcia e Machipanda, frisando que, na primeira, se registou um aumento do tráfego, passando da média diária de 800 camiões para 1500 com a digitalização.
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“Abordámos também o assunto relacionado com a actualização do certificado fitossanitário da agricultura, que é aplicável aos vegetais e animais, este que foi modernizado, conferindo, assim, mais segurança às exportações dos produtos de origem moçambicana”, acrescentou.
O ministro sublinhou que o País submeteu junto da Organização Mundial do Comércio um processo de revisão da política comercial, que vai contribuir para a remoção de barreiras durante as exportações.
Em Junho, Moçambique entrou oficialmente na Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA, sigla em inglês), com o intuito de dinamizar ainda mais a economia nacional e aumentar de forma significativa a produção nas suas variadas áreas, maximizar as oportunidades de negócios e impulsionar as importações e exportações regionais, tornando mais fácil o acesso a insumos.
Na altura, Silvino Moreno afirmou que o País poderá registar uma redução do custo dos bens de consumo e um aumento de oportunidades de emprego, através do incremento do investimento directo estrangeiro, para além do estabelecimento de cadeias de valor regionais.
Na mesma ocasião, o dirigente reconheceu que o País ainda possuía algumas deficiências na sua capacidade de fazer negócios, considerando haver necessidade de se procurar, numa primeira fase, uma melhor compreensão dos processos e metodologias, de modo que se possa tirar maior proveito deste modelo com vista a beneficiar a economia nacional.
No ano passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avançou que a criação da AfCFTA poderá levar a um aumento superior a 50% nas trocas entre os países do continente e que, uma vez operacional, teria também um efeito significativo no comércio entre África e o resto do mundo, com um aumento de 29% das exportações e de 7% das importações.