UP Maputo Acolhe Programa “African Girl Can Code” Para Reduzir Lacuna de Género na Tecnologia

AONU Mulheres, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), a União Internacional das Telecomunicações (UIT) e com financiamento do Governo da Bélgica, Girl Move e a Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo), lançaram na quarta-feira (22) o programa “African Girl Can Code Initiative Coding Camp”. Segundo um comunicado, a iniciativa surge como resposta aos desafios que o País e o mundo enfrentam em relação à igualdade de género e à inclusão de mulheres e raparigas nas ciências exactas.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 40 | Categoria: Economia


O evento, que se prolonga até 26 de Maio, está a decorrer no anfiteatro Paulus Gerdes, no Campus Universitário de Lhanguene da UP-Maputo. De acordo com o documento, a iniciativa visa “aumentar as competências em literacia digital e reduzir a lacuna de género no sector da tecnologia”. Participam 70 raparigas, com idades entre os 17 e 25 anos, provenientes das províncias de Inhambane, Gaza, Maputo e da cidade de Maputo, sendo que dez são estudantes da UP-Maputo. Outras Notícias Para Ler Programa Para Consolidação da Paz Vai Apoiar 250 Mil Mulheres na Região Centro Novos Salários Com Efeitos Retroactivos a 1 de Abril 24 DE MAIO, 2024 Saipem Ganha Contrato de Manutenção da Coral Sul FLNG Petrolífera Chinesa CNOOC Obtém Cinco Blocos Offshore ao Largo da Costa Moçambicana 24 DE MAIO, 2024 Bolsas Abrem Sessão com o “Pé Esquerdo” Após Queda do Sector Tecnológico Futuros da Europa Apontam Para Perdas na Abertura. Ásia no Vermelho 24 DE MAIO, 2024 União Europeia Defende Presença de Militares em Cabo Delgado Cabo Delgado: Pedido de Armamento Letal de Moçambique é Legítimo, Afirma Oficial da UE 24 DE MAIO, 2024 Cientistas Criam Pele Electrónica Que dá Aos Robots Sensibilidade à Pele Humana Cientistas Criam Pele Electrónica Que dá Aos Robots Sensibilidade à Pele Humana 24 DE MAIO, 2024 Na cerimónia de abertura, Daniel Nivagara, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, destacou a importância de iniciativas como a “Raparigas Africanas Podem Codificar (AGCCI)”, sublinhando o impacto social significativo na redução do fosso digital entre géneros e a promoção da equidade de género nas áreas científicas e tecnológicas. Jorge Ferrão, reitor da UP-Maputo, realçou que “a iniciativa não só abre novas oportunidades, mas também fortalece as vozes femininas na narrativa científica e tecnológica”. O reitor da UP-Maputo acrescentou que a AGCCI visa equipar as jovens com habilitações técnicas e inspirar uma nova geração de líderes que possam contribuir significativamente para o desenvolvimento económico e social das suas comunidades. A Universidade Pedagógica de Maputo está a hospedar 30 raparigas provenientes da província de Inhambane na sua residência universitária. O evento “African Girl Can Code”, com abrangência a nível de África, ocorre anualmente em Moçambique. Em 2023, a iniciativa teve lugar na província de Manica. “Durante os dias de formação, serão abordados temas como programação, robótica, design de aplicações, web design e scratch”, adiantou Jorge Ferrão.
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