Eleições Gerais: União Europeia Condena Assassinato de Elvino Dias e Exige Justiça
A União Europeia (UE), por meio do seu alto representante Josep Borrell, condenou com veemência o assassinato de Elvino Dias, conselheiro jurídico do candidato presidencial Venâncio Mondlane, e de Paulo Guambe, advogado do partido Podemos.
Escrita Por: Administração |
Publicado: 1 year ago |
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Categoria: Economia
Num comunicado oficial recebido pelo DE, Borrell avançou que “a UE condena com a maior veemência o assassínio de Elvino Dias e de Paulo Guambe, e apresenta as suas condolências às respectivas famílias e amigos referindo que numa democracia, não há lugar para assassinatos com motivações políticas.”
Ainda no documento, Borrell exigiu uma investigação rigorosa sobre o crime. “Apelamos a uma investigação imediata, exaustiva e transparente que leve à justiça os responsáveis por este crime ultrajante e esclareça as circunstâncias em que ocorreu. Aguardamos com expectativa as reacções do Governo moçambicano.”
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O pronunciamento do alto representante destacou a necessidade de manter a ordem e a paz no País, sobretudo no contexto pós-eleitoral. “Estes acontecimentos ocorrem na sequência de relatos preocupantes sobre a dispersão violenta de apoiantes no rescaldo das eleições da semana passada em Moçambique”, afirmou Borrell, acrescentando que “a UE apela à máxima contenção de todos e ao respeito pelas liberdades fundamentais e pelos direitos políticos.”
Além disso, a UE reforçou a importância de garantir a segurança de todos os candidatos. “É crucial que sejam tomadas medidas firmes de protecção de todos os candidatos neste período”, concluiu.
Por sua vez, a chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia (MOE UE) em Moçambique, Laura Ballarín, expressou o seu total apoio à declaração do alto representante da UE, reforçando o apelo às autoridades nacionais competentes para que investiguem rapidamente o crime, identifiquem os autores e os responsabilizem.
A MOE UE continua no País para acompanhar o processo pós-eleitoral e, com isso, Ballarín destacou que “a UE espera que os órgãos de gestão eleitoral conduzam o processo com toda a diligência e transparência necessárias, respeitando a vontade expressa pelo povo moçambicano.”