BdM: Importação de Bens Regista Queda de 2,5%, Totalizando 2 MM$ no Primeiro Trimestre de 2024

As importações de bens no País registaram uma diminuição de 2,5% no primeiro trimestre de 2024, totalizando 127,2 mil milhões de meticais (2 mil milhões de dólares). Esta informação consta do relatório trimestral da balança de pagamentos – primeiro trimestre de 2024, ao qual o Diário Económico teve acesso.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 7800 | Categoria: Economia


O documento explica que a redução nas importações foi observada tanto nos outros sectores quanto nos Grandes Projectos (GP), com decréscimos de 1,8 mil milhões de meticais e 1,4 mil milhões de meticais, respectivamente. Outras Notícias Para Ler Insurgentes Capturam Duas Ilhas em Cabo Delgado ONU: “Estado Islâmico em Moçambique Está Mais Activo e Sofisticado” 5 de Agosto, 2024 Sell-off nas Obrigações Alivia Mas Ásia Derrapa e Pessimismo Chega ao Atlântico Sombra de Recessão Nos EUA Penaliza Futuros da Europa e Bolsas Asiáticas 5 de Agosto, 2024 Google X Labs e Skip Revelam Calças Robóticas Para Melhorar Mobilidade em Trilhos e Caminhadas Google X Labs e Skip Revelam Calças Robóticas Para Melhorar Mobilidade em Trilhos e Caminhadas 5 de Agosto, 2024 PR: “Moçambique Criou Bases Sólidas Para Crescer Como País Competitivo” Filipe Nyusi Apresenta Último Estado da Nação na Quarta-feira 5 de Agosto, 2024 De acordo com o relatório do Banco de Moçambique (BdM), os bens intermédios, de consumo e de capital foram as principais categorias analisadas. Os bens intermédios representaram 30,2% do total das importações, com uma despesa de 38,6 mil milhões de meticais, o que significa uma queda de 16,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esta diminuição deveu-se principalmente à redução nos gastos com adubos e fertilizantes, energia eléctrica, combustíveis e alumínio bruto, que caíram 78%, 28,8%, 18,9% e 11,0%, respectivamente. Contudo, as importações de materiais de construção (excepto cimento) e de alcatrão e betumes aumentaram 48,6% e 10,8%, respectivamente. Os bens de consumo, que constituíram 23,4% da despesa de importações, registaram uma diminuição de 7,4%, alcançando 29,9 mil milhões de meticais. O relatório assinala reduções significativas nas importações de trigo (72,8%), óleo alimentar (40,2%) e móveis e materiais médicos cirúrgicos (26,6%). Em contrapartida, houve aumentos nas importações de arroz (90,8%), acessórios de automóveis (29,6%) e medicamentos e reagentes (5,1%). “O relatório assinala reduções significativas nas importações de trigo (72,8%), óleo alimentar (40,2%) e móveis e materiais médicos cirúrgicos (26,6%). Em contrapartida, houve aumentos nas importações de arroz (90,8%), acessórios de automóveis (29,6%) e medicamentos e reagentes (5,1%)” Para os bens de capital, que representaram 19,7% da factura total de importações, verificou-se um aumento de 9,5%, o que corresponde a 25,2 mil milhões de meticais. Este aumento foi impulsionado pela maior aquisição de maquinaria diversa, especialmente por empresas fora da categoria de GP. a d v e r t i s e m e n t O documento analisa também as principais origens das importações. A África do Sul é mencionada como o principal fornecedor, representando 23,2% do total, com um valor de 30,5 mil milhões de meticais. Entre os produtos importados, destacam-se a energia eléctrica, automóveis para transporte de mercadorias e aparelhos eléctricos. A China, com uma participação de 17,9%, registou um aumento de 21,4% nas importações, incluindo tractores, navios, pesticidas e materiais agrícolas. Os Emirados Árabes Unidos, com 8,1%, viram as suas exportações para Moçambique diminuírem 37,9%, destacando-se combustíveis e material agrícola. A Índia, representando 7,5%, registou uma redução de 1,9%, com importações de combustíveis, arroz e medicamentos. Singapura, com 5,4% das importações, registou uma redução de 9,2%, incluindo combustíveis e alumínio bruto.
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