Governo Prestou Assistência a 1,7 Milhões de Agregados Familiares Que Vivem Abaixo da Linha de Pobreza

OGoverno revelou nesta terça-feira, 16 de Julho, que durante o período de 2020-24, foi assistido 1,7 milhão de agregados familiares que vivem abaixo da linha de pobreza em Moçambique.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 20 | Categoria: Economia


“Ao longo de 2020-24, mais de 1,7 milhão de agregados familiares foi assistido por viver abaixo da linha de pobreza, dos quais 1,1 milhão recebeu assistência no âmbito da resposta social à covid-19”, informou a ministra do Género, Criança e Acção Social, Nyeleti Mondlane, durante a realização de mais uma sessão do Conselho de Ministros. Citada pela Radio France International, a governante ressaltou ainda que houve uma melhoria no atendimento às vítimas de violência, que passou de 10% em 2019 para 33% em 2023, acrescentando que as acções de sensibilização, advocacia e defesa dos direitos da criança resultaram numa maior protecção e acesso aos serviços básicos. Outras Notícias Para Ler Marinha Moçambicana Adere a Plataforma de Coordenação Marítima e Comunicações da UE INAMAR Fortalece Defesa Marítima Com Novo Curso de Capacitação 17 DE JULHO, 2024 Galp e Técnica Industrial Firmam Parceria Para Fornecimento de Óleos e Lubrificantes Para Automóveis Galp e Técnica Industrial Firmam Parceria Para Fornecimento de Óleos e Lubrificantes Para Automóveis 17 DE JULHO, 2024 Cientistas Descobrem Hormona Que Pode Fortalecer Ossos e Tratar Osteoporose em Todas as Idades Cientistas Descobrem Hormona Que Pode Fortalecer Ossos e Tratar Osteoporose em Todas as Idades 17 DE JULHO, 2024 Ouro Cai Pelo Terceiro Dia. Euro Sobe Com Corte de Juros Pela Fed à Vista, Ouro Alcança Novo Máximo Histórico 17 DE JULHO, 2024 África do Sul: Actividade Empresarial Volta a Crescer em Maio, Revela PMI África do Sul Apela Aos Financiadores Para Que Adiem os Seus Objectivos Climáticos 17 DE JULHO, 2024 Mesmo diante destes resultados, Mondlane instou os funcionários do sector a intensificarem as acções de promoção, para que “tenhamos uma sociedade solidária que defenda os direitos da criança, da mulher, dos idosos e das pessoas com deficiência”, destacando a necessidade de combater-se o abandono de menores, a violência, as uniões prematuras, as gravidezes precoces, a subnutrição e a mendicidade. Recentemente, o Executivo, através do documento sobre a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE) 2025-44, revelou que o número de pessoas a viver abaixo da linha de pobreza no País aumentou de 46,1% em 2015 para 65% da população em 2022. Segundo o relatório, os choques económicos e climáticos são os principais responsáveis pelo aumento da pobreza, que tem afectado uma parcela significativa da população, com características demográficas e socioeconómicas distintas.
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