AHP defende isenção de TSU e criação de linhas de crédito específicas para salvar hotéis
A AHP pede a isenção da TSU para todos os trabalhadores em lay-off para empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75%.
A AHP pede a isenção da TSU para todos os trabalhadores em lay-off para empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75%.
O apoio à retoma progressiva (que veio suceder ao ‘lay-off’ simplificado em agosto do ano passado) permite às empresas reduzir os horários de trabalho em função da quebra de faturação e receber um apoio da Segurança Social, beneficiando ainda de um desconto de 50% da TSU sobre a compensação paga ao trabalhador pelas horas não trabalhadas.
O Governo decidiu prorrogar por mais três meses a possibilidade de as faturas serem emitidas e circularem em PDF, em vez de papel. Problemas informáticos registados no Portal das Finanças levaram também ao adiamento para 15 de março a entrega da Declaração Mensal de Remunerações. As medidas foram já publicadas num despacho do secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais (SEAAF).
Pouca ação, mas muitos sinais. A expectativa que rodeia a reunião, esta quinta-feira, do Conselho de Governadores do BCE é elevada, num contexto de preocupações sobre a subida das ‘yields’ das dividas soberanas. Christine Lagarde deverá reiterar que está a monitorizar a situação, ou mostrar mais alarme e acelerar o uso da ‘bazuca’, mas sem alterar as ferramentas monetárias.
Os dois regime em vigor de apoio a empresas e trabalhadores – Layoff Simplificado e o Apoio Extraordinário à Retoma Progressiva – abrangem um total de 430 mil trabalhadores e 74 mil empresas, avançou o Governo.
Comentando o impacto do aumento dos preços do petróleo nas contas públicas angolanas, o analista Tiago Dionísio lembrou que o preço médio do barril de petróleo nos dois primeiros meses foi de 58 dólares e atualmente está nos 67, tendo mesmo ultrapassado a barreira dos 70 dólares já este mês, na sequência de um ataque na Arábia Saudita.