Conheça alguns cuidados importantes a ter em conta, para manter desde o início uma boa saúde financeira. a d v e r t i s e m e n t Recorrer ao crédito com cuidado É muito útil poder recorrer ao crédito bancário, mas apenas se for um apoio pontual. As novas gerações recorrem ao crédito para comprar quase tudo, de roupa a entretenimento, enquanto a geração dos seus pais usava para compras pontuais, obras, viagens e investimentos maiores. Devem tentar seguir um orçamento, de forma que mantenham taxas baixas. Investir está ao alcance de todos Não é necessário ter muito dinheiro para investir, em acções ou outros produtos financeiros. De certa forma, serve como poupança e não é necessário correr riscos elevados. A importância de ter poupanças Estudos indicam que esta geração não prima pela poupança, algo que estará relacionado com os valores e forma de viver. Um acidente ou evento inesperado pode levar a esgotar as poupanças em pouco tempo. Evitar grandes investimentos Adquirir um carro não é um bom investimento, são bens que desvalorizam rapidamente e, como tal, deve ser uma compra que não pode ser apressada. Os carros são uma constante fonte de surpresas e a manutenção gera grandes despesas. De qualquer forma, se considerarem essencial, não devem ultrapassar 20% dos rendimentos. Empréstimos perigosos Empresas que oferecem crédito fácil devem ser evitadas. As taxas podem chegar aos 400%, sendo comum que a consequência seja a falência. Não é difícil entrar em incumprimento e criar uma dívida. Finanças pessoais e empresariais em ordem Para dar ordem às finanças da sua empresa, é importante contar com um software de contabilidade, fácil de usar tanto para pequenas como grandes empresas. Bons hábitos na gestão pessoal das finanças podem ser considerados o primeiro passo para gerir de forma equilibrada as finanças da sua empresa. Conte com o apoio de um software e consiga resultados surpreendentes. Fonte: Sage
OInstituto Nacional de Estatística (INE) revelou que Moçambique registou uma inflação homóloga de 4% em Fevereiro, verificando-se uma nova queda mensal consecutiva, sendo que, em Janeiro, a inflação se situou nos 4,19%.